Inmanencia y trascendencia: las seducciones gnósticas de nuestro tiempo
Immanence and Transcendence: The Gnostic Seductions of Our Time
DOI:
https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i2.2025.1257Palabras clave:
Gnosticismo Político; Mediaciones Auténticas; Inmanencia; Trascendencia; Seducciones Ideológicas; Resistencia CulturaResumen
Este artículo examina cómo las ideologías contemporâneas, tecno-utopismo, materialismo dialéctico, nacionalismo místico y progresismo identitário, reproducen estructuras gnósticas antiguas al eliminar la tensión constitutiva entre inmanencia y trascendencia. La humanidad vive como criaturas perpetuamente tensionadas entre el mundo que habita y algo que lo excede infinitamente. Es el existir de viajeros que cargan mapas de tierras distantes mientras pisan el suelo familiar de cada día. El peligro surge cuando movimientos prometen resolver definitivamente esta tensión fundamental, ofreciendo síntesis que eliminan la paradoja de la condición humana a través de conocimiento esotérico para élites y redención total vía transformación de las estructuras de la realidad. Apoyándose en el análisis de Eric Voegelin sobre gnosticismo político y en las percepciones de Hannah Arendt sobre totalitarismo, esta investigación revela cómo estas manipulaciones destruyen mediaciones auténticas, lenguaje, arte, ritual, tradición, que permiten experiencia simultánea de lo trascendente e inmanente sin resolver artificialmente su tensión.
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Referencias
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