Abordagens diagnósticas da toxoplasmose congênita: implicações laboratoriais e contribuição do biomédico na precisão analítica
DOI:
https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i1.2026.2411Palabras clave:
Toxoplasmose Congênita; Diagnóstico Laboratorial; Biomedicina.Resumen
Introdução: A toxoplasmose congênita, causada pela transmissão vertical do Toxoplasma gondii, permanece um grave problema de saúde pública devido ao potencial de sequelas neurológicas e oculares severas no feto. O diagnóstico precoce na gestante é um desafio, dada a complexidade de diferenciar infecções agudas de crônicas em estágios iniciais. Objetivo: Analisar, sob a condução do biomédico, as principais abordagens diagnósticas para a toxoplasmose congênita, discutindo as implicações laboratoriais e a relevância da precisão analítica. Metodologia: Tratou-se de uma revisão integrativa da literatura, com buscas nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS. Foram selecionados artigos publicados nos últimos 5 anos, utilizando descritores como "Toxoplasmose Congênita", "Diagnóstico Laboratorial" e "Biomedicina". Resultados: Identificou-se que a combinação da sorologia (IgG e IgM) com o teste de avidez de IgG é o protocolo mais eficaz para a datação da infecção em gestantes. O diagnóstico molecular por PCR no líquido amniótico consolidou-se como um método de alta especificidade para confirmar a transmissão fetal. A precisão na fase analítica e a interpretação dos resultados na "zona cinzenta" mostraram-se dependentes do domínio técnico para evitar intervenções iatrogênicas. Conclusão: O estudo confirma que a atuação do biomédico é determinante para a precisão diagnóstica, garantindo a confiabilidade dos resultados que orientarão a conduta terapêutica, mitigando os riscos de falsos positivos e assegurando o início célere do tratamento, a fim de proteger a saúde materno-infantil.
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Referencias
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