Despertar de Lilith: Da Submissão à Libertação da Mulher do Arquétipo de Eva

Autores

  • Bárbara Aline Ferreira Assunção Autor

DOI:

https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i1.2024.593

Palavras-chave:

Lilith. Arquétipo. Mito.

Resumo

Este estudo busca explorar a dualidade entre os arquétipos de Eva e Lilith, revelando como a repressão de Lilith reflete a repressão da feminilidade e o impacto desse fenômeno na cultura contemporânea. O objetivo geral é analisar a influência dos arquétipos de Eva e Lilith na construção cultural e social da feminilidade, explorando como esses arquétipos moldaram as normas e expectativas em relação às mulheres ao longo da história. A metodologia deste é uma revisão da literatura, com foco na análise crítica das narrativas mitológicas e culturais relacionadas a Lilith e Eva. Foram examinados textos antigos, tradições religiosas e interpretações acadêmicas contemporâneas para oferecer uma visão sobre a influência desses arquétipos na construção da identidade feminina e na opressão histórica.  O estudo concluiu que a narrativa de Lilith contrasta com o papel de Eva, a mulher idealizada na submissão, o que representa a tensão entre a rebeldia e a aceitação e reforça normas patriarcais que moldaram a opressão feminina. 

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Bárbara Aline Ferreira Assunção

    Pesquisadora científica e editora-chefe da RCMOS - Revista Científica Multidisciplinar O Saber. Atua em 
    coordenação editorial, pesquisa científica e ensino superior. Mestranda em Data, Economics, and Develop-ment 
    Policy (DEDP) pelo Massachusetts Institute of Technology - MIT. Graduada em Jornalismo e Marke-ting. 
    Especialização em Docência do Ensino Superior e Tutoria EAD pelo Instituto IBRA

Referências

ASSUNÇÃO, Bárbara Aline Ferreira. Lilith: Da Subversão à Demonização - A Ascensão do Deus Patriarcal. RCMOS - Revista Científica Multidisciplinar O Saber, Brasil, v. 1, n. 1, 2024. DOI: 10.51473/rcmos.v1i1.2024.479. DOI: https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i1.2024.479

ASSUNÇÃO, Bárbara Aline Ferreira. Universalismo e Tradições Celtas na Busca Humana por Significado. RCMOS - Revista Científica Multidisciplinar O Saber, Brasil, v. 1, n. 1, 2024a. DOI: 10.51473/rcmos.v1i1.2024.451. DOI: https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i1.2024.451

BAKERS, M.; LANSLOR, T.; ESKELNER, M. Vida na Idade Média. Cambridge Stanford Books, 2019.

CARVALHO, S. Ribeiro. De Lilith a Pombagira: a personagem negra e o exu feminino no romance de Jorge Amado. Letras em Revista, v. 8, n. 2, 2018.

CARVALHO XAVIER, Cláudio Antônio de. Ocultismo em perspectiva e religiões antigas. Editora CRV, 2024.

DE ARAÚJO GOMES, A. Maspoli; DE ALMEIDA, V. Ponstinnicoff. O Mito de Lilith e a Integração do Feminino na Sociedade Contemporânea. Âncora. Revista Digital de Estudos em Religião, v. 2, 2007.

DE LILITH, P.; LAYO, Deva. O Chamado de Lilith: A Desconstrução da Lilith Hebraica, A Teosofia de Lilith & O Campo Ancestral Lilithiano. Deva Layo, 2018.

GARCIA, Jeannette Queiroz. As Rezadeiras. Letra Capital LTDA, 2015.

MARTINS, Camila Alves. Faces of the sacred feminine: the archetype of the wild woman. 2006. 138 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas) - Pontifícia Universidade Católica de Goiás, GOIÂNIA, 2006.

MIKOSZ, José Eliézer. A mulher e o mal, a ânima negativa, o mito de Lilith e a santa inquisição. Revista Humus, 2017.

MATHEUS NETO, Romão; JOSÉ COSTA, Leonardo; REGINA RIBEIRO, Regiane. A desobediência de Lilith: representações do mito da primeira mulher na animação Paranorman. Revista Fronteiras, v. 22, n. 2, 2020. DOI: https://doi.org/10.4013/fem.2020.222.12

QUALLS-CORBETT, Nancy. A prostituta sagrada: a face eterna do feminino. Paulus, 1990.

ROBLES, Martha. Mulheres, mitos e deusas: o feminino ao longo dos tempos. Aleph, 2019.

Publicado

20.08.2024

Como Citar

ASSUNÇÃO, Bárbara Aline Ferreira. Despertar de Lilith: Da Submissão à Libertação da Mulher do Arquétipo de Eva. RCMOS - Revista Científica Multidisciplinar O Saber, Brasil, v. 1, n. 1, 2024. DOI: 10.51473/rcmos.v1i1.2024.593. Disponível em: https://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/593. Acesso em: 8 mar. 2026.