Humanização da Arquitetura do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) e o Transtorno do Espectro Autista (TEA)
DOI:
https://doi.org/10.51473/ed.al.v3i1.579Palavras-chave:
Humanização, Transtorno do Espectro Autista, INSS, Previdência SocialResumo
Quando falamos em acessibilidade, compreendemos como barreiras aquelas de natureza física ou arquitetônica, geradoras de dificuldade ou impossibilidade de acessar um espaço. Desta forma, constitui uma responsabilidade social eliminar tais barreiras e garantir esse direito a todos (crianças, idosos, pessoas com deficiência, gestantes, canhotos, cardíacos, estrangeiros, etc.). Este trabalho traz, a princípio, sugestões de melhoria destinadas ao atendimento na Agência da Previdência Social de Poções/BA, voltadas a garantir maior empatia às pessoas diagnosticadas com autismos. São recomendações na capacitação da equipe de trabalho, referentes à humanização da arquitetura existente, proporcionando acessibilidade com equidade e ampliando, assim, a responsabilidade, a proteção e a defesa dos direitos destes usuários dos serviços públicos. Pautando-se nos princípios de cidadania e de dignidade humana, alinhados ao debate internacional em favor de uma sociedade inclusiva e considerando a importância da acessibilidade cognitiva para a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), as sugestões aqui apresentadas podem servir de referência para outras agências da Previdência Social espalhadas por todo o país. Desta forma, espera-se que este trabalho inspire novas reflexões sobre a necessidade de políticas públicas fundamentadas nos princípios da inclusão social e sobre o papel do Estado em garantir a aplicação dos direitos das pessoas com autismo.
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Copyright (c) 2023 Alberto Claudio Sobral Lima de Souza, Anna Carla de Sena Rodrigues (Autor)

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