A Complexidade do Direito Ambiental: Interfaces entre o Pensamento Complexo, as Revoluções Científicas e a Multidisciplinaridade Jurídica

The Complexity of Environmental Law: Interfaces between Complex Thinking, Scientific Revolutions, and Legal Multidisciplinarity

Autores/as

  • Guilherme Fernandes Gardelin Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i1.2026.2113

Palabras clave:

Direito Ambiental; Pensamento Complexo; Revoluções Científicas; Princípios Ambientais; Multidisciplinaridade.

Resumen

O presente artigo analisa o Direito Ambiental enquanto direito de terceira geração, articulando-o com os conceitos de pensamento complexo, de Edgar Morin, e das revoluções científicas, de Thomas Kuhn. A perspectiva jurídica ambiental é aqui abordada como um campo multidisciplinar, que exige uma abordagem teórica e prática transdisciplinar devido à sua complexidade intrínseca e à interdependência com diversas áreas do conhecimento. Nesse contexto, explora-se como o pensamento complexo contribui para a compreensão das relações sistêmicas no Direito Ambiental e como a teoria das revoluções científicas ajuda a analisar as mudanças paradigmáticas no âmbito jurídico. Complementarmente, o artigo aborda os princípios e normas constitucionais que fundamentam a aplicação e a interpretação do Direito Ambiental no Brasil. Por meio dessa análise, busca-se evidenciar a importância de paradigmas integrados para a superação de desafios ambientais contemporâneos. 

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Publicado

2026-03-06

Cómo citar

GARDELIN, Guilherme Fernandes. A Complexidade do Direito Ambiental: Interfaces entre o Pensamento Complexo, as Revoluções Científicas e a Multidisciplinaridade Jurídica: The Complexity of Environmental Law: Interfaces between Complex Thinking, Scientific Revolutions, and Legal Multidisciplinarity. RCMOS - Revista Científica Multidisciplinaria O Saber, Brasil, v. 1, n. 1, 2026. DOI: 10.51473/rcmos.v1i1.2026.2113. Disponível em: https://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2113. Acesso em: 7 mar. 2026.