Perversão e funcionamento psicodinâmico do violentador sexual incestuoso da criança

Autores/as

  • Giseli Monteiro Gagliotto Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP/SP Autor/a
  • Manoela Monteiro Gagliotto Universidade Estadual do Centro-Oeste - UNICENTRO Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.51473/rcmos.v2i1.314

Palabras clave:

perversão, funcionamento psicodinâmico, violência sexual incestuosa, psicanálise

Resumen

Este artigo apresenta resultados de uma pesquisa qualitativa, realizada por intermédio de revisão bibliográfi ca, sobre a perversão e o funcionamento psicodinâmico do violentador sexual incestuoso da criança. Atentamos para o funcionamento psíquico dele, considerando as possibilidades de intervenção, a partir da teoria psicanalítica e suas contribuições na compreensão desse fenômeno. Nas últimas décadas, pesquisas foram desenvolvidas buscando identifi car diferentes aspectos e consequências da violência sexual intrafamiliar para a criança. Observamos que há carência de pesquisas relativas à compreensão dos aspectos subjetivos dos violentadores sexuais incestuosos. A escassa literatura encontrada trata esses violentadores sexuais da criança, como pedófi los ou perversos, não levando em consideração a complexidade e a especifi cidade de cada caso. Problematizamos o funcionamento psíquico dos violentadores sexuais incestuosos, através de pesquisas, que promoveram a escuta desses sujeitos em seus discursos e subjetividades. Investigamos em que medida o recurso à teoria psicanalítica pode explicar os aspectos psicológicos e psicodinâmicos dos autores de violência sexual incestuosa contra crianças para além da estrutura de personalidade desses indivíduos.

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Publicado

2024-01-22

Cómo citar

GAGLIOTTO, Giseli Monteiro; GAGLIOTTO, Manoela Monteiro. Perversão e funcionamento psicodinâmico do violentador sexual incestuoso da criança. RCMOS - Revista Científica Multidisciplinaria O Saber, Brasil, v. 1, n. 1, p. 14–22, 2024. DOI: 10.51473/rcmos.v2i1.314. Disponível em: https://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/214. Acesso em: 17 feb. 2026.