Atuação Da Enfermagem Nas Emergências Obstétricas: Desafios No Reconhecimento Precoce Da Hemorragia Pós-Parto

Nursing Role In Obstetric Emergencies: Challenges In Early Recognition Of Postpartum Hemorrhage

Autores/as

  • Milliane da Silva Damasceno Centro Universitário UNINORTE Autor/a
  • Thiago de Oliveira Capistrano Centro Universitário UNINORTE Autor/a
  • Douglas José Angel Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i1.2026.2171

Palabras clave:

Hemorragias pós-parto, Atendimento puerpério, Cuidados de enfermagem

Resumen

A assistência de enfermagem em situações de emergência obstétrica é complexa e desafiadora, exigindo que o enfermeiro possua conhecimentos técnico-científicos atualizados, habilidades de comunicação eficazes e capacidade de tomar decisões rápidas e precisas. Ao entender que o puerpério não é somente um período em que a mulher se adapta a chegada do filho, mas um momento que demanda cuidados mais específicos, onde a mulher deve ser vista de forma integral tendo suas necessidades atendidas. Essa atividade exige um ritmo intenso, destreza ao lidar com o inesperado, necessidade de um estado constante de alerta e disposição para o excesso de atividades, além de um preparo emocional, físico e principalmente psicológico para agir com eficiência em caso de hemorragia pós-parto.  A hemorragia pós-parto é considerada quando ocorre uma perda sanguínea maior que 500 ml no caso de partos vaginais e maior que 1000 ml nos partos cesáreos, com uma perda de sangue superior a 1000ml, além disso, quando acontece essa situação o enfermeiro precisa agir com eficiência para sanar qualquer perigo.   Diante disso, o presente estudo possui um caráter exploratório e descritivo, realizado por meio de pesquisa bibliográfica. Como resultados, identificamos que a assistência de enfermagem a puérperas reflete em satisfação às pacientes, que se sentem confortáveis e confiantes sob os cuidados da enfermagem, no entanto, ainda há uma inclinação ao abandono dos cuidados, pelas puérperas, após o parto, visto que a recusa da revisão pós-parto ainda é uma realidade comum. Cabe ao estudo novas pesquisas, principalmente na lacuna de educação em saúde as gestantes sobre os seus direitos e que estes não acabam no momento do parto, e quanto aos profissionais é importante que haja uma capacitação continuada sobre a assistência no puerpério, visando melhorar cada dia mais os cuidados ofertados a esse público. 

Palavras

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Milliane da Silva Damasceno, Centro Universitário UNINORTE

    Acadêmico (a) do Curso de Graduação Bacharelado em Enfermagem do Centro Universitário UNINORTE, Rio Branco – Acre.  

  • Thiago de Oliveira Capistrano , Centro Universitário UNINORTE

    Docente do Curso de Graduação Bacharelado em Enfermagem do Centro Universitário UNINORTE, Rio Branco – Acre.

  • Douglas José Angel

    Orientador, Ministério da saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Análise de Situação em Saúde Organização: Coordenação-Geral de Informações e Análises Epidemiológicas Produção: Núcleo de Comunicação SAF Sul, Trecho 2, Lote 5/6, Edifício Premium, Torre 1, Bloco F, Térreo, Sala 15 CEP: 70070-600, Brasília – DF. 

Referencias

BRASIL. (2022). Guia de Vigilância em Saúde. (5° ed). Brasília: Ministério da Saúde.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Organização: Assessoria Técnica do Gabinete/SVS. Produção: Núcleo de Comunicação. 5ª edição – 2011.

_______. SESACRE. Boletim Epidemiológico – 1º e 2º quadrimestre de 2024: Infecções Sexualmente Transmissíveis. Ministério da Saúde, 2024.

_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica do óbito materno. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 84 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

_______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2005.

DUNCAN, B. B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

FREITAS, S. M. (2021). Hemorragia pós-parto: características, tratamento e prevenção. Revista Médica de Minas Gerais.

FREIRE, G. V. Liderança do enfermeiro nos serviços de urgência e emergência: revisão integrativa. Brazilian Journal of Health Review, v. 2, n. 3, 2019.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 1995.

LACOMBE, F. J. M. Recursos humanos: princípios e tendências. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.

MINAYO, M. C. S. Ciência, técnica e arte: o desafio da pesquisa social. In: MINAYO, M. C. S. (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1996.

PAULO, Vicente; ALEXANDRINO, Marcelo. Direito do trabalho. 6. ed. Rio de Janeiro: Ímpetus, 2005.

ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS). (2018). Recomendações assistenciais para prevenção, diagnóstico e tratamento da hemorragia obstétrica. Brasília: OPAS.

ROLLEMBERG, C. E. V. (2023). Hemorragia pós-parto e a mortalidade materna: perfil epidemiológico. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 9(10).

SANTOS, A. S. et al. A gestão estratégica em serviços de urgência e emergência de uma fundação hospitalar de Minas Gerais. Revista Médica de Minas Gerais, 28(3), 1-10, 2018.

TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1994.

VECINA NETO, G. Gestão de recursos materiais e de medicamentos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1998. v. 12.

VIANA, J. J. Administração de materiais: um enfoque prático. São Paulo: Atlas, 2002.

Publicado

2026-03-19

Cómo citar

DAMASCENO, Milliane da Silva; CAPISTRANO , Thiago de Oliveira; ANGEL , Douglas José. Atuação Da Enfermagem Nas Emergências Obstétricas: Desafios No Reconhecimento Precoce Da Hemorragia Pós-Parto: Nursing Role In Obstetric Emergencies: Challenges In Early Recognition Of Postpartum Hemorrhage. RCMOS - Revista Científica Multidisciplinaria O Saber, Brasil, v. 1, n. 1, 2026. DOI: 10.51473/rcmos.v1i1.2026.2171. Disponível em: https://submissoesrevistarcmos.com.br/rcmos/article/view/2171. Acesso em: 19 mar. 2026.