Educação financeira como forma de inclusão social
DOI:
https://doi.org/10.51473/rcmos.v1i2.2024.694Palavras-chave:
Educação Financeira, Qualidade de vida, Inclusão Social, Gestão Pública, Políticas Públicas, Equidade Econômica.Resumo
O estudo apresenta como tema a “educação financeira como forma de inclusão social”. O mesmo busca abordar os benefícios da educação financeira na vida dos cidadãos, bem como alguns fatores que podem influenciar a qualidade de vida e o cotidiano. O objetivo desta pesquisa é evidenciar a importância da educação financeira para a inclusão social por meio de políticas públicas. Possui relevância social, proporcionando reflexão e ação para uma vida mais tranquila e livre de determinados problemas decorrentes da ausência desse conhecimento. Considerando os benefícios da mesma para a gestão de finanças pessoais na vida dos cidadãos. Porém, não somente à vida dos cidadãos, mas também à economia. A situação econômica de uma população reflete diretamente na economia, influenciando-a de forma direta e indireta. No centro desta questão, reflete o consumo e a inadimplência no aquecimento ou na estagnação da economia. A educação financeira proporciona uma vida mais tranquila e livre de determinados aborrecimentos, em especial, minimiza problemas psicológicos relacionados ao endividamento e a uma vida financeiramente desequilibrada. Nesse caso, utilizou-se a metodologia de pesquisa bibliográfica, com publicações em sites, artigos e livros, fundamentadas em autores como Domingos (2012), Cerbasi (2007) e Artifon e Piva (2013). As principais conclusões são que a educação financeira desempenha um papel fundamental na vida do cidadão e influencia diretamente a qualidade de vida e a inclusão do indivíduo na sociedade.
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